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Ténis: Nadal reforça título

06 junho 2022 06:58:45 EST
Rafael Nadal venceu o Open de França pela 14ª vez.

Rafael Nadal provou que é de facto, se dúvidas houvesse, o ‘Rei da Terra Batida’ ao vencer a final do Open de França este domingo contra Casper Ruud, conquistando dessa forma o seu 14º troféu do evento.

O tenista espanhol de 36 anos manteve sempre o encontro controlado contra o seu inexperiente adversário e venceu com os parciais de 6-3, 6-3 e 6-0, em pouco menos de duas horas e meia.

Este é mais um capítulo memorável na carreira de Nadal, que soma agora um total de 22 títulos de Grand Slams – recorde absoluto em singulares masculinos.

Segue-se o desafio de vencer em Wimbledon pela terceira vez, depois de o ter feito em 2008 e 2010, feito que ele tem 7.50 de odds para conseguir.

Nadal sem oposição à altura

Nadal era de longe o favorito à entrada para a final deste domingo contra o cabeça-de-série número oito, Ruud, que se estava a estrear em finais de Grand Slams.

Apesar de sofrer com uma lesão crónica num pé na maior parte da sua mais recente carreira e também ter estado afastado dos courts por cerca de dois meses após o seu triunfo na Austrália devido a uma lesão nas costelas, Nadal pelo menos parecia estar em grande forma física durante a final, não querendo mostrar qualquer tipo de fragilidade ao adversário norueguês.

Apesar de não se apresentar ao seu absoluto melhor, ele teve qualidade mais do que suficiente para derrotar o tenista de 23 anos, que ainda assim deve estar orgulhoso do seu percurso, dado que se tornou no primeiro norueguês a chegar a uma final de um Grand Slam.

O erro de Ruud para o primeiro ponto do encontro terá, possivelmente, revelado o seu nervosismo para o importante encontro e Nadal acabou por dominar.

Não foi um triunfo imaculado – uma dupla falta no primeiro set permitiu uma quebra de serviço a Ruud – mas com o correr do encontro Nadal foi aumentando o seu domínio, como tantas vezes fez na terra batida de Paris.

O 6-0 no terceiro set foi indicativo de um jogador que é um mestre na sua profissão contra um adversário que ainda apenas sonha em poder um dia chegar a esses níveis exibicionais.

Nadal mal podia acreditar quando fechou o encontro a seu favor, isto apesar de ter vencido este evento por 13 vezes antes.

Ele venceu 112 dos 115 encontros disputados neste recinto e, dois dias depois de completar 36 anos, conseguiu vencer um segundo major consecutivo pela primeira vez desde 2010, altura em que venceu o Open de França, seguido de Wimbledon e depois o Open dos Estados Unidos.

Nadal supera-se para vencer

A caminhada do tenista espanhol demonstra a sua verdadeira tenacidade, habilidade e determinação para vencer e também o que faz dele o melhor tenista em terra batida ao longo dos anos.

Depois de afastar tranquilamente Jordan Thompson, Coretin Moutet, e Botic van de Zandschuip nas três primeiras rondas, Nadal esteve sob pressão contra Felix Auger-Aliassime na quarta ronda, com o canadiano a vencer o primeiro set por 6-3.

Ele venceu os dois sets seguintes, mas o seu adversário levou a melhor no quarto set, obrigando-o a disputar um quinto set decisivo. O espanhol acabou por prevalecer ao fechar o último parcial por 6-3.

A quinta ronda foi um encontro de ‘gigantes’ do ténis, com Nadal a bater-se contra Novak Djokovic. Este poderia ser um sério teste às capacidades do espanhol, em especial depois de o sérvio vencer o segundo set e empatar a 1-1. Contudo, Nadal venceu por 3-1 em sets e vingou a sua derrota contra Djokovic nas meias-finais do ano passado.

Nas meias-finais o espanhol acabou por ter alguma sorte – pelo menos poupando-o a um esforço acrescido – isto porque o seu rival, Alexander Zverev, sofreu uma lesão ligamentar num tornozelo no segundo set, que estava empatado a 6-6, depois de Nadal ter vencido o primeiro.

Já na final, o triunfo do espanhol foi indiscutível e ele acabou por levantar a Coupe des Mousquetaires mais uma vez.

Ruud também pode festejar

Apesar de Nadal ser o principal destaque da edição deste ano do Open de França, Ruud pode muito bem sentir-se orgulhoso da sua exibição em Paris, ele que nunca tinha passado da quarta ronda num Grand Slam.

Em 2022, ele já venceu dois eventos ATP 250 Series e chegou à final do Miami Open em Abril, perdendo para outro espanhol, Carlos Alcaraz. Esta foi a primeira vez que ele efectivamente mostrou poder apresentar-se ao mais alto nível em ambientes de maior pressão.

Em Paris destacou-se em especial no renhido encontro em cinco sets contra Andrey Rublev, nos quartos-de-final, com o norueguês a fechar o set decisivo por 7-6 (10-2), ele que também recuperou de um set de desvantagem nas meias-finais contra Marin Cilic, vencendo com os parciais de 3-6, 6-4, 6-2 e 6-2.

Contudo, na final ele foi dominado por completo por um dos melhores tenistas de sempre.

Segue-se Wimbledon

O tempo de Ruud pode ainda estar para vir, mas este domingo ficou provado que apesar de estar a caminhar para o final da sua carreira, Rafael Nadal tem ainda muito para dar ao ténis.

Contudo, as lesões começam a ter um impacto mais significativo na forma do espanhol, colocando em causa a sua participação nos torneios e mais ainda na capacidade de lutar pelos títulos. Por isso mesmo, a época de courts de relva nem sempre tem sido uma possibilidade para ele e a sua lesão crónica num pé significa que a sua presença em Wimbledon não é garantida.

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